
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Início da Festa de Jesus de Nazaré; 20/11/2008






O primeiro dia do tríduo da Festa de Jesus de Nazaré foi presidido pelo Pe. Ariobaldo Borges. Foram homenageados: Pastoral da Comunicação, Grupo Esperança, Grupo de Perseverança, Catequese, e Ministros Extraordinários da Comunhão. Vários grupos de outras paróquias foram convidados e muitos deles marcaram presença na abertura da festa: Congregação Nossa Senhora dos Humildes: Venerável Irmandade do Santíssimo e Nossa Senhora do Pilar, Irmandade do Santíssimo Sacramento e San’Ana, Devoção do Senhor Bom Jesus dos Navegantes e Nossa Senhora da Penha da França.
A animação do canto litúrgico ficou por conta de Cosme e Lurdinha.
O tema da festa; Com São Paulo discípulos e missionários de Jesus de Nazaré, estará sendo aprofundado em cada uma das noites e para isso foi dividido em três sub-temas. Coube ao Pe. Ariobaldo a reflexão sobre a pessoa de São Paulo.
A animação do canto litúrgico ficou por conta de Cosme e Lurdinha.
O tema da festa; Com São Paulo discípulos e missionários de Jesus de Nazaré, estará sendo aprofundado em cada uma das noites e para isso foi dividido em três sub-temas. Coube ao Pe. Ariobaldo a reflexão sobre a pessoa de São Paulo.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Implantação da Pastoral Familiar

Ontem, 19 de novembro, véspera do tríduo da festa de Jesus de Nazaré, foi implantada a Pastoral Familiar em nossa paróquia. Na ocasião os paroquianos que formam a equipe da PF renovaram as promesas do batismo. Além da comunidade que compareceu em peso, a equipe arquidiocesana esteve representada atravês dos casais: Franciso Marcos e Tatiana de Freitas, Raimundo Leal e Vera Leal, Juraci Almeida e Lucinelha Almeida, Edson Rocha e Arlene Rocha, além de vários outros casais que se fizeram presentes ou representados.
sábado, 1 de novembro de 2008
Há quem morra todos os dias

Mensagem para dia de finados
Há quem morra todos os dias. Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. Morre um dia, mas nasce outro. Morre a semente, mas nasce a flor. Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus. Triste é ver gente morrendo por antecipação... De desgosto, de tristeza, de solidão. Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. Essa gente empurrando a vida. Gritando, perdendo-se. Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar. Presença: - porque se pode sentir. Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. Essa saudade machucando o coração. Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso. Ah! Aqueles que já partiram! Aqueles que viveram entre nós.Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. Foram para o além deixando este vazio inconsolável. Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, oruído de seus passos e o som de suas vozes.A lembrança dos dias alegres. Daquela mão nos amparando. Daquela lágrima que vimos correr.Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. Essa prece que diz tudo. Esse soluço que morre na garganta...
E... Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. Meu Deus!Que ausência tão cheia de presença! Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus. Triste é ver gente morrendo por antecipação... De desgosto, de tristeza, de solidão. Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. Essa gente empurrando a vida. Gritando, perdendo-se. Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar. Presença: - porque se pode sentir. Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. Essa saudade machucando o coração. Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso. Ah! Aqueles que já partiram! Aqueles que viveram entre nós.Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. Foram para o além deixando este vazio inconsolável. Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, oruído de seus passos e o som de suas vozes.A lembrança dos dias alegres. Daquela mão nos amparando. Daquela lágrima que vimos correr.Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. Essa prece que diz tudo. Esse soluço que morre na garganta...
E... Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. Meu Deus!Que ausência tão cheia de presença! Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Bodas de Prata

No dia 23 de outubro a Legião de Maria, primeiro grupo formado na nossa paróquia, completou 25 anos de fundado. Após tríduo preparatório foi celebrada missa solene durante a qual os legionários renovaram as promessas do batismo. Participaram desta celebração os grupos de Legiões de Maria das diversas paróquias de Salvador. Na ocasião também foram lembrados os legionários da Paróquia Jesus de Nazaré, já falecidos: Otacília, Carmem, Elza, Enfrasio, Estelito, Esmeraldo e José Barreto. Esse último foi quem teve a iniciativa de inicar o grupo das legiões. A Legião de Maria se reúne todas as quintas-feiras às 17h. Vale a pena fazer uma visita e conhecer de perto este grupo.
O dia de hoje reaviva em nós a atração pelo céu, diz papa

Neste 1º de novembro, Solenidade de Todos os Santos, feriado também na Itália, o Santo Padre o Papa Bento XVI, como é tradição aos domingos e dias santos, apareceu à janela dos seus aposentos, na Praça de São Pedro, ao meio-dia (hora local), para a recitação da oração mariana do Ângelus, como sempre antecedida de uma alocução.
"Como num jardim onde se admira grande variedade de plantas e de flores", observou o Papa, "há um sentimento de maravilhosa surpresa que toma posse de nós quando consideramos o espetáculo da santidade: "O mundo aparece-nos como um jardim onde o Espírito de Deus suscitou com admirável fantasia uma multidão de santos e santas, de todas as idades e condições sociais, de cada língua, povo e cultura. Cada um é diferente do outro, com a singularidade da sua personalidade humana e do carisma espiritual próprio. Mas todos levam impresso o sigilo de Jesus, a marca do seu amor, testemunhado através da Cruz"
.Bento XVI observou que "a solenidade de Todos os Santos se foi afirmando no decurso do primeiro milênio cristão, como celebração coletiva dos Mártires". E continuou: "Foi assim que já no ano 609 o Papa Bonifácio IV consagrou o Pantheon de Roma dedicando-o à Virgem Maria e a todos os Mártires. Aliás este martírio, podemos entendê-lo em sentido lato, isto é, como amor por Cristo sem reservas, amor que se exprime no dom total de si a Deus e aos irmãos".
"Trata-se", observou ainda o Papa, "do caminho das bem-aventuranças evangélicas que a liturgia propõe neste dia. É o próprio caminho traçado por Jesus e que os santos e santas se esforçaram por percorrer, embora conscientes dos seus limites humanos. Na sua existência terrena, eles foram pobres em espírito, amargurados em razão dos pecados, mansos, com fome e sede de justiça, misericordiosos, puros de coração, operadores de paz, perseguidos pela justiça".
"E Deus participou-lhes a sua própria felicidade: puderam saboreá-la um pouco já neste mundo, e, no além, gozam-na agora em plenitude. São agora consolados, herdeiros da terra, saciados, perdoados, vêem a Deus. Numa palavra: deles é o Reino dos céus. Neste dia sentimos reavivar-se em nós a atração em direção ao Céu, que nos leva a apressar o passo da nossa peregrinação terrena. Sentimos acender-se nos nossos corações o desejo de nos unirmos para sempre à família dos santos, de que temos desde já a graça de fazer parte", concluiu o Pontífice.
sábado, 25 de outubro de 2008
26/10 Dia Nacional da Juventude


O DNJ deste ano quer dar continuidade ao ciclo de debatoes e celebrações começadas com a Campanha da Fraternidade da CNBB e com o centenário do nascimento de Dom Helder Câmara. Aliás, foi a profecia de Dom Helder que inspirou o eixo das atividades permanentes deste ano: “Temos mil razões para viver”. Temos a felicidade de fazer memória de seu legado no Centenário de seu nascimento, cujas festividades estão acontecendo em tantos lugares do Brasil.
Com o tema JUVENTUDE E MEIO DE COMUNICAÇÃO, nosso grito será: Queremos pautar as razões de nosso viver!
Com esse grito, denunciamos toda visão equivocada sobre a juventude, e queremos colocar na pauta de discussões da mídia, da sociedade, e da igreja, sua verdadeira realidade, e anunciar seus sonhos e todas as razões do seu viver: justiça, vida digna, liberdadade, PAZ para todas as criaturas” Queremos pensar como as mídias podem ajudar a gerar vida para a juventude, e ao memso tempo, somos convidados a pensar e criar nossas próprias formas de comunicação”
Com o tema JUVENTUDE E MEIO DE COMUNICAÇÃO, nosso grito será: Queremos pautar as razões de nosso viver!
Com esse grito, denunciamos toda visão equivocada sobre a juventude, e queremos colocar na pauta de discussões da mídia, da sociedade, e da igreja, sua verdadeira realidade, e anunciar seus sonhos e todas as razões do seu viver: justiça, vida digna, liberdadade, PAZ para todas as criaturas” Queremos pensar como as mídias podem ajudar a gerar vida para a juventude, e ao memso tempo, somos convidados a pensar e criar nossas próprias formas de comunicação”
domingo, 19 de outubro de 2008
Dia Mundial das Missões

O Papa Bento XVI deslocou-se hoje, 19, em visita pastoral ao Santuário Mariano de Pompéia, onde ao meio da manhã celebrou a Santa Missa na praça exterior do Santuário. O Papa recordou que hoje é Dia Mundial das Missões: "contemplando em Maria Aquela que acolheu em si o Verbo de Deus e o deu ao mundo, rezaremos nesta missa por todos os que na Igreja gastam as suas energias ao serviço do anúncio do Evangelho em todas as nações".No final da celebração, o Papa dirigiu uma súplica à Virgem e ofereceu uma "Rosa de Ouro", seguindo-se a recitação do Ângelus.Na homilia da Missa o Papa falou da razão de sua próxima peregrinação ao santuário de Nossa Senhora de Pompéia: "confiar à Mãe de Deus a Assembléia do Sínodo dos Bispos, em curso no Vaticano, sobre a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja. Nas saudações dirigidas às autoridades e aos variados grupos de fiéis que integravam a assembléia, Bento XVI não esqueceu das "pessoas que sofrem, os doentes, os idosos que se encontram sós, os jovens em dificuldade, os presos", e ainda "todos os que enfrentam difíceis condições de pobreza e de mal-estar social e econômico". "A todos e a cada um", o Papa testemunhou o seu "afeto", assegurando a sua "proximidade espiritual".
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Paróquia Jesus de Nazaré









