No Dia 22 de março, na Casa de Retiro São Francisco, as Paróquias Jesus de Nazaré e Santa Rita participaram do retiro paroquial em preparação para a semana santa. Além de ter sido um dia de oração foi também um momento de confraternização. Pode se fazer uma bonita experiência de vida fraterna. No final do dia os retirantes partilharam suas experiências de oração e participaram da missa de encerramento presidida pelo Pe. Andrade
domingo, 5 de abril de 2009
Missa do Domingo de Ramos reúne milhares de fiéis no Vaticano

Rádio Vaticano
O Papa Bento XVI presidiu hoje no Vaticano a missa de Domingo de Ramos, cerimônia que abre as celebraçoes da Semana Santa.
Na homilia ao comentar o episódio da entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado pela multidão que canta "Bendito o Reino que vem", Bento XVI interrogou-se sobre o verdadeiro significado deste "Reino" que Jesus nos trouxe: "Mas nós, compreendemos verdadeiramente a mensagem de Jesus, Filho de Davi? Compreendemos que coisa é o Reino de que nos falou no interrogatório diante de Pilatos. Compreendemos o que significa que este Reino não é deste mundo? Ou porventura desejamos, pelo contrário, que seja deste mundo?"
Evocando a resposta de Jesus àqueles que, no Evangelho segundo São João, queriam ver Jesus, naquele Páscoa, em Jerusalém – "Se o grão de trigo, caído em terra, não morre, permanece só; mas se morre, produz muito fruto", observou o Papa: "Podemos assim reconhecer duas características essenciais deste Reino. A primeira é que este Reino passa através da cruz. É por se dar totalmente, que Jesus pode, como Ressuscitado, pertencer a todos e tornar-se presente a todos.""Na santa Eucaristia recebemos o fruto do grão de trigo morto, a multiplicação dos pães que prossegue até ao fim do mundo e em todos os tempos"."A segunda característica diz: o seu Reino é universal. Cumpre a antiga esperança de Israel: esta realeza de David já não conhece fronteiras. Estende-se de mar a mar – como diz o profeta Zacarias – ou seja, abraça o mundo inteiro"."Mas isto é só possível porque não é uma realeza de um poder político, mas baseia-se unicamente na adesão livre do amor – um amor que, pela sua parte, responde ao amor de Jesus Cristo que se deu por todos".
"Temos que aprender sempre de novo ambas as coisas – acima de tudo a universalidade, a catolicidade. Esta significa que ninguém pode pôr como absoluto a si mesmo, a sua cultura e o seu mundo. Isto exige que todos nos acolhamos uns aos outros, renunciando a algo do que é nosso. A universalidade inclui o mistério da cruz – a superação de si mesmo, a obediência à palavra comum de Jesus Cristo, na Igreja comum. A universalidade é sempre uma superação de si mesmo, renúncia a algo de pessoal. A universalidade e a cruz vão pari passu. Só assim se cria a paz".
Dirigindo-se antes de mais aos jovens presentes, o Papa advertiu que, falando do grão de trigo, Jesus formula "a lei fundamental da existência humana".
"Quem pretende ter a sua vida para si, viver só para si mesmo, atar tudo em si explorando todas as possibilidades – é precisamente esta pessoa que perde a vida. Esta torna-se aborrecida e vazia. Só no abandono de si mesmo, só no dom desinteressado do eu a favor do tu, só no sim à vida maior, própria de Deus, é que também a nossa vida se torna ampla e grande".
Tudo isto porque – observou ainda o Papa - "amar significa desapegar-se de si mesmo, doar-se", libertar-se de si mesmo, "olhar em frente, para o outro – para Deus e para os homens que Ele me manda".
"De uma vida reta faz parte também o sacrifício, a renúncia. Quem promete uma vida sem este dom de si, sempre renovado, engana as pessoas. Sem sacrifício, não existe uma vida realizada. Se lanço um olhar retrospectivo sobre a minha vida pessoal, devo dizer que os momentos grandes e importantes da minha vida foram precisamente aqueles em que disse sim a uma renúncia".
"Tocamos aqui o maravilhoso mistério do amor de Deus, a única verdade realmente redentora. Mas tocamos também a lei fundamental, a norma constitutiva da nossa vida: sem o sim à Cruz, sem caminhar em comunhão com Cristo dia a dia, a nossa vida não é uma vida bem sucedida". "Quem dá a vida – quotidianamente, nos pequenos gestos que fazem parte da grande decisão – é este que a encontra. É uma verdade muito exigente, mas também profundamente bela e libertadora" – conclui o Papa. "Queira o Senhor abençoar este caminho".
Domingo de Ramos

Luiz Alberto Massarote
O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).
Papa reconhece virtudes heróicas de Irmã Dulce

Rádio Vaticano
O Papa Bento XVI reconheceu hoje, 3, as "virtudes heróicas" de irmã Dulce Lopes Pontes, e de outros nove religiosos. A Congregação para a Causa dos Santos já havia anunciado voto favorável e unânime das virtudes de Irmã Dulce em janeiro deste ano.
O reconhecimento aconteceu esta manhã no Vaticano, numa audiênica em que o papa recebeu, o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, o Arcebispo Ângelo Amato. No encontro o Pontífice autorizou ainda o decreto de beatificação de uma monja italiana.
O reconhecimento aconteceu esta manhã no Vaticano, numa audiênica em que o papa recebeu, o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, o Arcebispo Ângelo Amato. No encontro o Pontífice autorizou ainda o decreto de beatificação de uma monja italiana.
Maria Rita Lopes Pontes, que adotou o nome de Dulce, pertence à Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus. A religiosa, conhecida como o Anjo bom da Bahia, nasceu em Salvador, na Bahia, em 26 de maio de 1914 e morreu na mesma cidade em 13 de março de 1992.
A caminhada para a canonização possui vários degraus. No primeiro, o fiel é declarado servo de Deus, no segundo é chamado de venerável, no terceiro bem-aventurado e no último é que ele pode ser invocado como santo.
O título de venerável servo de Deus é dado a uma pessoa que viveu as virtudes de maneira heróica. Para a beatificação é necessário um milagre conseguido pela intercessão do postulante a santo. Finalmente, a canonização acontece depois de um segundo milagre, que deve acontecer somente depois da proclamação de bem-aventurado.
domingo, 15 de março de 2009
Aniversário da clinica da Familia
José Andrade
No dia 14 de março (sábado) a Clinica da Família completou 30 anos de relevantes serviços prestados a comunidade soteropolitana. Esta data conhecide também com o dia do aniversário da sua idealizadora a até agora diretora, Drª Maria da Conceição.
A comemoração do aniversário teve inicio as 9 h 30 min com uma benção presidida pelo Pe. Andrade. Durante a homilia ele falou sobre a missão dos profissionais de saúde. Disse que eles são enviados por Cristo para curar os doentes, ou simplesmente aliviar a dor e o sofrimento dos que procuram as casas de saúde em busca de cura. Por isso o diferencial dos médicos cristãos deve ser saber acolher os doentes e enfermos como Jesus os acolhias.
Após a celebração e os parabéns a Drª Conceição recebeu os parabéns dos amigos, familiares, clientes, colegas médicos, profissionais de saúde e sua equipe técnica de funcionários e colaboradores. Foi servido o café da manhã e realizado um escovodromo para as crianças.
A paróquia Jesus de Nazaré parabeniza a Clinica da Família pelos seus 30 anos de existências e pela qualidade com que serve os seus clientes. A forma humana e acolhedora e preocupação com o ser humano na sua totalidade é uma marca desta instituição de saúde.
A comemoração do aniversário teve inicio as 9 h 30 min com uma benção presidida pelo Pe. Andrade. Durante a homilia ele falou sobre a missão dos profissionais de saúde. Disse que eles são enviados por Cristo para curar os doentes, ou simplesmente aliviar a dor e o sofrimento dos que procuram as casas de saúde em busca de cura. Por isso o diferencial dos médicos cristãos deve ser saber acolher os doentes e enfermos como Jesus os acolhias.
Após a celebração e os parabéns a Drª Conceição recebeu os parabéns dos amigos, familiares, clientes, colegas médicos, profissionais de saúde e sua equipe técnica de funcionários e colaboradores. Foi servido o café da manhã e realizado um escovodromo para as crianças.
A paróquia Jesus de Nazaré parabeniza a Clinica da Família pelos seus 30 anos de existências e pela qualidade com que serve os seus clientes. A forma humana e acolhedora e preocupação com o ser humano na sua totalidade é uma marca desta instituição de saúde.
Nascemos "homens velhos" e devemos nos tornar "homens novos"

Radio Vaticano
O pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, fez nesta sexta-feira, 13, na Capela Redemptoris Mater da residência pontifícia vaticana, a primeira pregação das sextas-feiras desta Quaresma, na presença do Papa Bento XVI e da Cúria Romana. O frei capuchinho partiu das palavras da carta de São Paulo aos Romanos: "A criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente".
O pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, fez nesta sexta-feira, 13, na Capela Redemptoris Mater da residência pontifícia vaticana, a primeira pregação das sextas-feiras desta Quaresma, na presença do Papa Bento XVI e da Cúria Romana. O frei capuchinho partiu das palavras da carta de São Paulo aos Romanos: "A criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente".
Partindo daí, o pregador da Casa Pontifícia desenvolveu a sua reflexão à luz das teorias evolucionistas, tendo como pano de fundo o bicentenário do nascimento de Charles Darwin. Para o apóstolo São Paulo, "Deus está no início e no fim da história do mundo; conduz o mundo misteriosamente a um fim, fazendo servir a esse fim também os ímpetos da liberdade humana".
"É a tese do desígnio inteligente contraposta àqueles que defendem que o cosmo se evolui arbitrariamente, desprovido de uma inteligência ordenadora. Uma teoria que a ciência poderia lançar se pudesse explicar tudo sozinha, mas não é assim", afirmou Frei Cantalamessa."
Se percorrermos a história do mundo de traz para frente, como se folheia um livro começando da última página, chegando ao fim, nos damos conta de que é como se faltasse a primeira página, o incipit (a introdução do texto). Sabemos tudo do mundo, exceto porquê e como começou. O fiel tem a convicção de que a Bíblia nos dá justamente essa página inicial que falta, nela, como na capa de todo livro, está indicado o nome do autor e o título da obra"!
"Uma analogia pode nos ajudar a conciliar a nossa fé na existência de um desígnio inteligente de Deus sobre o mundo com a aparente causalidade e imprevisibilidade evidenciada por Darwin e pela ciência atual", prosseguiu Frei Cantalamessa. "Trata-se da relação entre graça e liberdade", acrescentou."
Como no campo do espírito a graça deixa espaço à imprevisibilidade da liberdade humana e age também através dela, do mesmo modo, no campo físico e biológico tudo é confiado ao jogo das segundas causas (a luta pela sobrevivência das espécies segundo Darwin, a casualidade e a necessidade segundo Monod), embora esse jogo seja previsto e assumido pela providência de Deus. Num caso e no outro, Deus, como diz o provérbio, escreve certo por linhas tortas."
"A criação é obra do Espírito Santo" que aperfeiçoa as coisas, as faz passar do caos à ordem. Isso acontece também no homem, pequeno cosmo, afirmou o religioso franciscano."
O Espírito Santo é aquele que faz cada um de nós passar do caos ao cosmo: da desordem, da confusão e do desespero, à ordem, à unidade e à beleza. Aquela beleza que consiste no ser conformado à vontade de Deus e à imagem de Cristo, no passar do homem velho ao homem novo. Nós nascemos 'homens velhos' e devemos nos tornar 'homens novos'. Toda a vida, não somente a adolescência, é uma 'idade evolutiva'! Segundo o Evangelho, não se nasce criança, se torna! A Quaresma é o tempo ideal para nos aplicar a esse rejuvenescimento. O Espírito Santo é a alma dessa renovação e desse rejuvenescimento."
domingo, 8 de março de 2009
Avisos da semana
De 08 á 15 demarço : Ultima semana de inscrição para catequese
Dia 11 de março: Inicio dos circulos bliblicos
Dia 12 de março: Encontro da CF no Residencial Raul Leite ás 19:30, rua Raul Leite.
Dia 13 de março: Ás 18:30 Via-Sacra na Matriz.
Dia 22 de março: Retiro Quaresmal. Fazer inscrição com Tatiana
Dia 11 de março: Inicio dos circulos bliblicos
Dia 12 de março: Encontro da CF no Residencial Raul Leite ás 19:30, rua Raul Leite.
Dia 13 de março: Ás 18:30 Via-Sacra na Matriz.
Dia 22 de março: Retiro Quaresmal. Fazer inscrição com Tatiana
Caminhada penitencial

No terceiro domingo da Quaresma, a Arquidiocese de Salvador, promove a já tradicional Caminhada Penitencial, um momento de demonstração pública da fé e conversão do povo baiano, que reúne elementos marcantes do tempo da Quaresma como a caridade e a peregrinação. A atividade no dia 15 de março, começa às 6:30 da manhã com uma celebração eucarística presidida pelo Cardeal Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, na frente da Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia, no bairro do Comércio.
Enquanto parte dos fiéis participam da missa celebrada na Igreja da Conceição da Praia, uma outra celebração acontece na Suburbana, no bairro do Lobato, na Igreja Nossa Senhora das Dores. No fim das missas, após a benção da água trazida pelos fiéis, todos saem em procissão e se encontram no Largo dos Mares de onde seguem até a Igreja do Senhor do Bonfim.
A caminhada que une dois grandes símbolos do catolicismo baiano: Nossa Senhora da Conceição (padroeira do Estado) e Senhor do Bonfim , costuma ser resumida pela frase: “Do colo da mãe, à mansão da Misericórdia’, em uma expressão que demarca não só os locais de partida e chegada da procissão, mas principalmente do sentimento de conforto e acalento encontrado nas figuras de Maria e Jesus.
A novidade deste ano será a imagem de Nossa Senhora das Dores que pela primeira vez seguirá à frente da procissão junto com o Senhor do Bonfim. Nossa Senhora das Dores é venerada pelos católicos com muitos nomes, os quais remetem a uma passagem bíblica que narra a morte de Jesus, quando Maria foi traspassada por uma espada de dor. A humanidade inteira se associou a essa dor, ao lado de Maria, para alcançar a Ressurreição.
“A presença da imagem de Nossa Senhora das Dores na Caminhada Penitencial aprofunda, junto ao nosso povo, uma mística de comunhão do povo para com o sofrimento de Cristo na cruz. Cristo na cruz representado na imagem do Senhor do Bonfim; Cristo na cruz presente no sofrimento dos irmãos e irmãs vítimas da violência”, ressalta padre Manoel Filho, coordenador da Pastoral de Comunicação Arquidiocesana.
Uma peculiaridade da caminhada penitencial é a participação massiva das pessoas, que aproveitam este período de conversão proposto pela quaresma para pedir perdão e se reconciliar com Deus. Para animar os fiéis ao longo do trajeto, carros de som participam da procissão, que é repleta de gestos marcantes, como a passagem da cruz pelas mãos do povo, a doação de alimentos às Obras Sociais Irmã Dulce, a peregrinação - símbolos que inspiram a comunhão espiritual, a unção, a vivência nova da fé. A caminhada até a Colina Sagrada é considerada um propósito de bênção para os católicos, que seguem dispostos a uma nova experiência de misericórdia em uma tradição mantida há mais de 20 anos.
Como nasceu a Caminhada Penitencial
A Caminhada surgiu na Suburbana, a partir da iniciativa da antiga forania Sete. A idéia era referendar a Campanha da Fraternidade, tomar com maior responsabilidade o tema proposto pela Igreja no Brasil. As paróquias do Subúrbio Ferroviário e também de Pirajá e Marechal Rondon assumiram o compromisso de participar desse ato penitencial e dessa forma de preparação para a Páscoa.
Os moradores da Suburbana enfrentavam muitas dificuldades, e essa foi uma iniciativa importante para a região. Além de refletirem sobre o tema da Campanha da Fraternidade, relacionando-o com as suas realidades, aproveitavam a Caminhada para passarem lista de abaixo-assinado, reivindicando melhoria na infra-estrutura para o bairro.
No sacramento da Penitência celebra-se a coragem de pegar de novo na mão de Deus e voltar a andar junto com Ele. A Caminhada Penitencial traduz o desejo do homem, filho de Deus, de assumir este compromisso de ser fermento na massa. De forma simbólica, este encontro mostra que a vida é um caminho dinâmico e que todos devem andar sempre em direção à conversão.
Enquanto parte dos fiéis participam da missa celebrada na Igreja da Conceição da Praia, uma outra celebração acontece na Suburbana, no bairro do Lobato, na Igreja Nossa Senhora das Dores. No fim das missas, após a benção da água trazida pelos fiéis, todos saem em procissão e se encontram no Largo dos Mares de onde seguem até a Igreja do Senhor do Bonfim.
A caminhada que une dois grandes símbolos do catolicismo baiano: Nossa Senhora da Conceição (padroeira do Estado) e Senhor do Bonfim , costuma ser resumida pela frase: “Do colo da mãe, à mansão da Misericórdia’, em uma expressão que demarca não só os locais de partida e chegada da procissão, mas principalmente do sentimento de conforto e acalento encontrado nas figuras de Maria e Jesus.
A novidade deste ano será a imagem de Nossa Senhora das Dores que pela primeira vez seguirá à frente da procissão junto com o Senhor do Bonfim. Nossa Senhora das Dores é venerada pelos católicos com muitos nomes, os quais remetem a uma passagem bíblica que narra a morte de Jesus, quando Maria foi traspassada por uma espada de dor. A humanidade inteira se associou a essa dor, ao lado de Maria, para alcançar a Ressurreição.
“A presença da imagem de Nossa Senhora das Dores na Caminhada Penitencial aprofunda, junto ao nosso povo, uma mística de comunhão do povo para com o sofrimento de Cristo na cruz. Cristo na cruz representado na imagem do Senhor do Bonfim; Cristo na cruz presente no sofrimento dos irmãos e irmãs vítimas da violência”, ressalta padre Manoel Filho, coordenador da Pastoral de Comunicação Arquidiocesana.
Uma peculiaridade da caminhada penitencial é a participação massiva das pessoas, que aproveitam este período de conversão proposto pela quaresma para pedir perdão e se reconciliar com Deus. Para animar os fiéis ao longo do trajeto, carros de som participam da procissão, que é repleta de gestos marcantes, como a passagem da cruz pelas mãos do povo, a doação de alimentos às Obras Sociais Irmã Dulce, a peregrinação - símbolos que inspiram a comunhão espiritual, a unção, a vivência nova da fé. A caminhada até a Colina Sagrada é considerada um propósito de bênção para os católicos, que seguem dispostos a uma nova experiência de misericórdia em uma tradição mantida há mais de 20 anos.
Como nasceu a Caminhada Penitencial
A Caminhada surgiu na Suburbana, a partir da iniciativa da antiga forania Sete. A idéia era referendar a Campanha da Fraternidade, tomar com maior responsabilidade o tema proposto pela Igreja no Brasil. As paróquias do Subúrbio Ferroviário e também de Pirajá e Marechal Rondon assumiram o compromisso de participar desse ato penitencial e dessa forma de preparação para a Páscoa.
Os moradores da Suburbana enfrentavam muitas dificuldades, e essa foi uma iniciativa importante para a região. Além de refletirem sobre o tema da Campanha da Fraternidade, relacionando-o com as suas realidades, aproveitavam a Caminhada para passarem lista de abaixo-assinado, reivindicando melhoria na infra-estrutura para o bairro.
No sacramento da Penitência celebra-se a coragem de pegar de novo na mão de Deus e voltar a andar junto com Ele. A Caminhada Penitencial traduz o desejo do homem, filho de Deus, de assumir este compromisso de ser fermento na massa. De forma simbólica, este encontro mostra que a vida é um caminho dinâmico e que todos devem andar sempre em direção à conversão.
Transfiguração de Jesus MC (9, 2-10

A Festa da Transfiguração do Senhor remonta ao século V, no Oriente. Na Idade Média estendeu-se por toda Igreja Universal, especialmente com o Papa Calisto III.
Presente Pedro, João e Tiago Jesus se transfigura diante deles! Seu corpo ficou luminoso e resplandecentes as suas vestes. Com isto Jesus quis manifestar aos discípulos que Ele era realmente o Filho de Deus, enviado pelo Pai. Jesus é o cumprimento de todas as promessas de Deus; é Deus conosco, a manifestação da ternura e da misericórdia do Pai entre os homens. A sua paixão e morte não serão o fim, mas tudo recobrará sentido quando Deus Pai o ressuscitar e o fizer sentar à Sua direita, na Sua glória. Tudo isto é dito de uma maneira plástica - luz, brancura, glória, nuvem… que indicam a presença de Deus.
Jesus nos revela um Deus que surpreende. Fala da Glória. Todavia nos mostra que o caminho necessário para ela é o caminho da cruz, da paixão e morte, da entrega total de Sua vida pelo perdão dos pecados.
Já o profeta Daniel ficou surpreendido, de ver entrar na glória e receber uma realeza divina, com poder eterno, alguém semelhante a qualquer filho do homem. Mas teve que passar pela cova de leões.
Surpreendidos ficaram também os três apóstolos no Tabor ao verem Jesus tão divinamente transfigurado, estando precisamente a rezar preocupado, como qualquer homem, com o que ia sofrer em Jerusalém.
Na liturgia de hoje, o Evangelista refere que Jesus levou consigo Pedro, Tiago e João a um monte elevado e se transfigurou diante deles, tornando-se resplandecente de tal brancura que «lavadeiro algum da terra poderia branquear as suas vestes assim». É neste mistério de luz que hoje a liturgia nos convida a fixar o nosso olhar. No rosto transfigurado de Jesus brilha um raio da luz divina que Ele conservava no seu íntimo. Esta mesma luz resplandecerá no rosto de Cristo no dia da Ressurreição. Neste sentido, a Transfiguração manifesta-se como uma antecipação daquilo que nós nos revestiremos quando tudo se consumar em todos. Aí sim celebraremos o mistério pascal.
A Transfiguração convida-nos a abrir os olhos do coração para o mistério da luz de Deus, presente em toda a história da salvação. Já no início da criação, o Todo-Poderoso diz: «Faça-se a luz!» (Gn 1, 3), e verifica-se a separação entre a luz e as trevas. Como as outras criaturas, a luz é um sinal que revela algo de Deus: é como o reflexo da sua glória, que acompanha as suas manifestações. Quando Deus aparece, «o seu esplendor é como a luz, das suas mãos saem raios» (Hab 3, 4 s.). Como se afirma nos Salmos, a luz é o manto com que Deus se reveste (cf. Sl 104, 2). No Livro da Sabedoria, o simbolismo da luz é utilizado para descrever a própria essência de Deus: a sabedoria, efusão da glória de Deus, é «um reflexo da luz eterna», superior a todas as luzes criadas (cf. Sb 7, 26.29 s.). No Novo Testamento, é Cristo que constitui a plena manifestação da luz de Deus. A sua Ressurreição aboliu para sempre o poder das trevas do mal.
Com Cristo ressuscitado a verdade e o amor triunfam sobre a mentira e o pecado. Nele, a luz de Deus já ilumina definitivamente a vida dos homens e o percurso da história. «Eu sou a luz do mundo afirma Ele no Evangelho Quem me segue não caminhará nas trevas, mas terá a luz da vida» (Jo 8, 12).
Marcos no Evangelho de hoje recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, faz uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projeto libertador em favor dos homens através do dom da vida. A ti que muitas vezes estás, desanimado e assustado, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-l’O é a garantia da vitória final.
Portanto, neste segundo Domingo da Quaresma, a Palavra de Deus define o caminho que o verdadeiro discípulo deve seguir para chegar à vida nova. E este não é senão o caminho da escuta atenta de Deus e dos seus projetos, o caminho da obediência total e radical aos planos do Pai.
Presente Pedro, João e Tiago Jesus se transfigura diante deles! Seu corpo ficou luminoso e resplandecentes as suas vestes. Com isto Jesus quis manifestar aos discípulos que Ele era realmente o Filho de Deus, enviado pelo Pai. Jesus é o cumprimento de todas as promessas de Deus; é Deus conosco, a manifestação da ternura e da misericórdia do Pai entre os homens. A sua paixão e morte não serão o fim, mas tudo recobrará sentido quando Deus Pai o ressuscitar e o fizer sentar à Sua direita, na Sua glória. Tudo isto é dito de uma maneira plástica - luz, brancura, glória, nuvem… que indicam a presença de Deus.
Jesus nos revela um Deus que surpreende. Fala da Glória. Todavia nos mostra que o caminho necessário para ela é o caminho da cruz, da paixão e morte, da entrega total de Sua vida pelo perdão dos pecados.
Já o profeta Daniel ficou surpreendido, de ver entrar na glória e receber uma realeza divina, com poder eterno, alguém semelhante a qualquer filho do homem. Mas teve que passar pela cova de leões.
Surpreendidos ficaram também os três apóstolos no Tabor ao verem Jesus tão divinamente transfigurado, estando precisamente a rezar preocupado, como qualquer homem, com o que ia sofrer em Jerusalém.
Na liturgia de hoje, o Evangelista refere que Jesus levou consigo Pedro, Tiago e João a um monte elevado e se transfigurou diante deles, tornando-se resplandecente de tal brancura que «lavadeiro algum da terra poderia branquear as suas vestes assim». É neste mistério de luz que hoje a liturgia nos convida a fixar o nosso olhar. No rosto transfigurado de Jesus brilha um raio da luz divina que Ele conservava no seu íntimo. Esta mesma luz resplandecerá no rosto de Cristo no dia da Ressurreição. Neste sentido, a Transfiguração manifesta-se como uma antecipação daquilo que nós nos revestiremos quando tudo se consumar em todos. Aí sim celebraremos o mistério pascal.
A Transfiguração convida-nos a abrir os olhos do coração para o mistério da luz de Deus, presente em toda a história da salvação. Já no início da criação, o Todo-Poderoso diz: «Faça-se a luz!» (Gn 1, 3), e verifica-se a separação entre a luz e as trevas. Como as outras criaturas, a luz é um sinal que revela algo de Deus: é como o reflexo da sua glória, que acompanha as suas manifestações. Quando Deus aparece, «o seu esplendor é como a luz, das suas mãos saem raios» (Hab 3, 4 s.). Como se afirma nos Salmos, a luz é o manto com que Deus se reveste (cf. Sl 104, 2). No Livro da Sabedoria, o simbolismo da luz é utilizado para descrever a própria essência de Deus: a sabedoria, efusão da glória de Deus, é «um reflexo da luz eterna», superior a todas as luzes criadas (cf. Sb 7, 26.29 s.). No Novo Testamento, é Cristo que constitui a plena manifestação da luz de Deus. A sua Ressurreição aboliu para sempre o poder das trevas do mal.
Com Cristo ressuscitado a verdade e o amor triunfam sobre a mentira e o pecado. Nele, a luz de Deus já ilumina definitivamente a vida dos homens e o percurso da história. «Eu sou a luz do mundo afirma Ele no Evangelho Quem me segue não caminhará nas trevas, mas terá a luz da vida» (Jo 8, 12).
Marcos no Evangelho de hoje recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, faz uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projeto libertador em favor dos homens através do dom da vida. A ti que muitas vezes estás, desanimado e assustado, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-l’O é a garantia da vitória final.
Portanto, neste segundo Domingo da Quaresma, a Palavra de Deus define o caminho que o verdadeiro discípulo deve seguir para chegar à vida nova. E este não é senão o caminho da escuta atenta de Deus e dos seus projetos, o caminho da obediência total e radical aos planos do Pai.
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